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Assembleia Geral Extraordinária das/os servidoras/es estaduais da saúde define paralisação para cobrar do governador a pauta de reivindicações da categoria
12/09/2019

Nesta quarta-feira (11), na Praça do Hemosc, aconteceu a Assembleia Geral Extraordinária das/os servidoras/es estaduais da saúde tendo como pauta informes gerais, negociação com a Secretaria do Estado da Saúde, informes jurídicos e encaminhamentos.

 

A advogada Grace Martins, assessora no SindSaúde/SC e integrante do escritório Silva Martins Advogados Associados, iniciou a assembleia com um informe jurídico sobre a autorização ao setor jurídico do sindicato para ajuizamento de ações judiciais coletivas em favor dos servidores estaduais da saúde, aprovada por unanimidade.

 

A presidenta no SindSaúde/SC, Simone Hagemann, fez um relato do histórico de negociações que começaram e janeiro desse ano (2019) e falou sobre a última negociação com a Secretaria do Estado da Saúde em que a Comissão de Negociação do sindicato já havia apresentado as propostas para reposição de Data Base, incorporação de gratificação por desempenho, para o adicional por formação, para o aumento do vale alimentação e para a abertura imediata de concurso público.

 

E que o coordenador de Negociações da SES, Décio Vargas, ficou de levar essas propostas para a análise do governo, mas informou que o Governo está aguardando o resultado da avaliação da situação financeira do Estado no segundo quadrimestre do ano, o que deveria ter acontecido em agosto, mas até o momento não apresentou nenhuma proposta concreta sobre as reivindicações financeiras da categoria.

 

Foi enfática em afirmar que as negociações só irão avançar se a categoria se mobilizar, visto que depois de vários meses de negociações não se obteve avanço significativo no atendimento das reivindicações da saúde. “Por isso, é importante a participação de toda a categoria da saúde para encaminhar os próximos passos da mobilização” disse.

 

Durante a Assembleia as/os servidoras/es criticaram o governo do Estado pelo atraso nas Datas Bases e a precarização das condições de trabalho por falta de servidores nos hospitais. Exigiram a reposição via concurso público e aumento do auxílio alimentação.

“Quando estudei para entrar no serviço público li o Estatuto e lá diz que todo ano teria reposição da Data Base, é um direito nosso”, denuncia a servidora Roseli Seidel, que trabalha na Maternidade Dona Catarina Kuss, em Mafra.

 

Mesmo com todos os prazos concedidos ao Governo para resposta da pauta de reivindicações, a categoria segue sem resposta e sem novas negociações. Esgotada, a categoria da saúde aprovou paralisações com duas hora de duração nos locais de trabalho durante a próxima semana. O Sindsaúde/SC irá comunicar a população sobre as pautas da categoria e informar as/os trabalhadoras/es sobre as próximas atividades.

Juntas/os somos mais fortes!!!

 

 

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